NA MESA DE SHABAT COM AS CRIANÇAS

 
PELA REFUAH SHLEIMAH DE CHAIM DAVI BEN MESSODY, SHMIL CHUNE BEN ROIZEN, LAIA BAT BAIA E TODOS AQUELES QUE NECESSITAM DE UMA CURA IMEDIATA.

SHABAT SHALOM!


B"H

16 de Cheshvan de 5769 * 14 de Novembro de 2008

NA MESA DE SHABAT COM AS CRIANÇAS

Parashá Vayeira

Cozinhando para os Convidados

Danny jogou uma toalha sobre seu ombro enquanto atravessava a sala de estar em direção à porta da frente de sua casa. “Estou indo nadar,” anunciou ele para a sala.

Melissa levantou os olhos de onde estava confortavelmente esparramada sobre a poltrona com um livro em sua mão. “Por que você não fica por aqui para ajudar, Danny? A Mamãe está contando conosco para ajudá-la a preparar a comida do Shabat.

“Por que ela precisa de ajuda justo hoje?” Danny olhou para sua irmã e perguntou indignado. “Desde quando é trabalho de homem ajudar a cozinhar?”

“Claro que é,” respondeu Melissa, sem desistir. “Se você come, você ajuda! E, de qualquer forma, você sabe que esta semana é especial. Todos os seus primos virão e Mamãe está fazendo uma comida especial porque eles são convidados portanto, ela precisa da sua ajuda.”

“Ah, ah, ah,” riu Danny. “Eu tenho certeza que vocês se sairão muito bem sem mim. Eu não sei nada sobre cozinhar.” Ele se virou para a porta e a abriu, pronto para sair.

Melissa odiava ser ignorada. “Danny!” disse ela, quase gritando.

“Sim!” respondeu Danny, um pouco irritado.

“Me desculpe. Eu não queria ter gritado,” disse Melissa, acalmando-se um pouco. “Veja,” continuou ela, “é uma boa ação ajudar a preparar a comida para os convidados.”

“A Torá nos conta como Avraham, nosso ancestral, viu alguns anjos, que ele pensou serem viajantes comuns, vindo em direção à sua tenda. O que ele fez? Ele os convidou a entrar, deu-lhes água para lavar seus pés e, mesmo que ele não estava muito bem, se recuperando de seu

brit milah, ele preparou pessoalmente uma refeição completa para eles, com carne e tudo mais!”

“Eu não lembro de ter estudado nada sobre isso,” disse Danny ironicamente, tristemente ciente de que sua irmã estava ganhando a discussão.

“Bem, na verdade, está na leitura da Torá desta semana. E quer saber? Avraham era um homem com certeza,” Melissa respondeu quase rindo.

Danny sorriu, entregando-se. “Mas é claro que eu me lembro, como poderia esquecer? Eu acho que eu só preciso telefonar para os meus amigos e cancelar a natação,” disse ele, colocando a toalha em uma cadeira e pegando o telefone sem fio de sua base próximo à poltrona.

“Alô, Shimmy?” disse ele no fone após alguns instantes. “Sim, aqui é o Danny… Desculpe-me mas eu acabo de descobrir que tenho que tomar conta de alguns convidados esta noite… Nadar? Nós podemos ir em uma outra noite… Sim, obrigado. Boa noite.” Ele piscou para Melissa enquanto colocava o telefone sem fio de volta na base.

“Vamos lá, Miss Energia, vamos cozinhar para a festa!”

 

Por Rabbi Mendy Loewenthal.

Tradutor: Moishe (a.k.a. Maurício) Klajnberg

 

 


RESUMO DA PARASHÁ VAYEIRA

Bereshit 18:1 – 22:24

D’us Se revela a Avraham três dias após a primeira circuncisão de um Judeu aos 99 anos de idade; mas Avraham corre para preparar uma refeição para três hóspedes que aparecem no calor do deserto. Um dos três – que eram anjos disfarçados de homens – anuncia que, em exatamente um ano, Sarah, que era estéril, dará à luz um filho. Sarah ri.
 
Avraham implora a D’us para poupar a perversa cidade de Sodoma. Dois dos três anjos disfarçados chegam na cidade condenada, onde o sobrinho de Avraham, Lot, lhes estende sua hospitalidade e os protege das más intenções de um grupo de sodomitas. Os dois hóspedes revelam que vieram para arruinar o lugar e para salvar a Lot e sua família. A esposa de Lot se transforma em um pilar de sal ao desobedecer à ordem de não olhar para a cidade em chamas durante a fuga.
 
Enquanto se escondiam em uma caverna, as duas filhas de Lot — acreditando que elas e seu pai eram as únicas pessoas que sobreviveram em todo o mundo — embebedaram seu pai, deitaram-se com ele e ficaram grávidas. Dos dois filhos nascidos deste incidente, originaram-se os povos de Moab e Amon.
 
Avraham se muda para Gerar, onde o rei filisteu Avimelech leva Sarah – que foi lhe apresentada como irmã de Avraham – para seu palácio. Em um sonho, D’us alerta Avimelech de que ele morrerá a menos que devolva a mulher ao seu marido. Avraham explica que ele temia ser morto devido à bela Sarah.
 
D’us lembra Sua promessa a Sarah e dá a ela e a Avraham um filho, que é chamado de Isaac (Yitzchak, que significa “sorrirá”). Isaac é circuncidado aos oito dias de nascido; Avraham tem 100 anos e Sarah tem 90 ao nascer seu filho.
 
Hagar e Yishmael são banidos da casa de Avraham e vagam pelo deserto; D’us ouve o choro do rapaz moribundo e salva sua vida mostrando um poço de água à sua mãe. Avimelech faz um tratado com Avraham em Be’er Sheva, onde este lhe dá sete carneiros como um sinal da trégua.
 
D’us testa a devoção de Avraham ordenando-o a sacrificar Isaac no Monte Moriah (o Monte do Templo) em Jerusalém. Isaac é amarrado e colocado sobre o altar e Avraham levanta sua faca para matar seu filho. Uma voz dos céus manda-o parar; um cordeiro, preso pelos chifres nos arbustos, é oferecido no lugar de Isaac. Avraham recebe a notícia do nascimento de uma filha, Rebeca, para seu sobrinho Bethuel.
 

RESUMO DA HAFTARÁ VAYEIRA

Reis II 4:1-37

Na leitura da Torá desta semana, D’us promete um filho a Avraham e Sarah, apesar da idade avançada sem filhos de Sarah. A Haftará desta semana descreve um incidente similar que ocorreu muitos anos depois – o profeta Elisha assegurando a uma mulher idosa e sem filhos que ela daria a luz a uma criança.

A Haftará discute dois milagres praticados pelo profeta Elisha. O primeiro milagre envolveu uma viúva que tinha pesadas dívidas e seus credores estavam ameaçando levar seus dois filhos como escravos como pagamento da dívida. Quando o profeta perguntou-lhe o que ela tinha em sua casa, a viúva respondeu que ela não tinha nada além de um frasco de óleo. Elisha lhe disse para reunir todos os recipientes vazios que conseguisse – também pegando emprestado dos vizinhos e amigos. Ela deveria, então, derramar óleo de seu frasco nos recipientes vazios. Ele fez como ordenado e, milagrosamente, o óleo continuou a fluir até que o último recipiente vazio fosse enchido. A mulher vendeu o óleo com um excelente lucro e teve dinheiro suficiente para pagar suas dívidas e viver confortavelmente.

O segundo milagre: Elisha passava com freqüência na cidade de Shunam, onde jantava e dormia na casa de um casal hospitaleiro. Este casal até construiu um aposente adicional em sua casa, um quarto de hóspedes designado para o uso de Elisha. Quando o profeta soube que o casal não tinha filhos, ele abençoou a mulher para que ela desse à luz a uma criança exatamente um ano depois. E, de fato, um ano depois, um filho nasceu para o casal de idosos.

Alguns anos depois, o filho queixou-se de dor de cabeça e morreu logo depois. A mulher shunamita deitou o corpo sem vida do filho sobre a cama no quarto de Elisha e rapidamente mandou chamar o profeta. Elisha correu à casa da mulher e milagrosamente trouxe o filho de volta à vida.


HORÁRIO DE ACENDIMENTO DAS VELAS DE SHABAT

 

 

Rio de Janeiro

S. Paulo

P. Alegre

Brasília

Belém

Salvador

Início do Shabat (Sexta-Feira)

16 de CHESHVAN de 5769 (14 de NOVEMBRO de 2008)

Acender as velas ANTES do horário indicado

18:52

19:08

19:38

19:00

17:44

17:20

Final do Shabat  (Sábado)

17 de CHESHVAN de 5769 (15 de NOVEMBRO de 2008)

20:02

20:19

20:49

20:11

18:54

18:30

 

Para outros locais, clique em: http://www.chabad.org.br/datas/calendario/velas.html

 

Na sexta-feira, acenda as velas somente ANTES do horário indicado. 

 

Cubra os olhos com as mãos e fale a seguinte bênção, descubra os olhos e olhe para as chamas das velas:

 

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner shel Shabat kodesh.

 

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D’us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos e nos ordenou acender as velas do sagrado Shabat.

 

 

Por: chassidismo@googlegroups.com em nome de Chassidismo (chassidismo@terra.com.br)

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