O 3º REBE – Rabi Menachem Mendel – O Tsêmach Tsêdec

 
 
Segunda-feira 29 de setembro
 29 de Elul
 
 
Rabi Menachem Mendel
 
 
Nascimento do Tsemach Tsedec (1789)

  
O terceiro Rebe de Chabad, Rabi Menachem Mendel Schneersohn de Lubavitch (1789-1866), nasceu em 29 de Elul. Órfão de mãe aos 3 anos, foi criado pelo seu avô materno, Rabi Shneur Zalman    de Liadi. Rabi Menachem Mendel assumiu a liderança de Chabad em 1827, com o falecimento de seu sogro e tio, Rabi DovBer de Lubavitch. Extremamente ativo em assuntos comunitários, ele  estabeleceu e apoiou colônias agrícolas judaicas que forneciam sustento a milhares de famílias. Também esteve na linha de frente da batalha contra o "Movimento Iluminista" que, com o apoio do regime czarista, procurava destruir a vida judaica tradicional – uma batalha que lhe granjeou nada menos que 22 aprisionamentos. No decorrer de sua vida, Rabi Menachem Mendel escreveu mais de 48.000 páginas de ensinamento chassídico e exegese haláchica. É conhecido como o "Tsemach Tsedec" (um homem íntegro) pela sua obra de responsa haláchica com este nome.
 
 
Os Primeiros Anos

O terceiro na linhagem de líderes do Movimento Chabad foi Rabi Menachem Mendel Schneersohn, popularmente conhecido como o “Tsêmac Tsêdec”, devido ao título de sua volumosa responsa.
Rabi Menachem Mendel nasceu em erev Rosh Hashaná de 5549 (1789). Sua mãe foi Devoraa Leaa, filha do fundador do Movimento Chabad, Rabi Shneur Zalman de Liadi (1745-1812). Rebetsin Devora Lea faleceu três dias após o terceiro aniversário de Menachem Mendel, e a partir desse dia o pequeno órfão foi criado e educado pelo seu ilustre avô.

A prodigiosa capacidade do jovem logo se tornou evidente. Aos doze anos, ele já tinha escrito muitos tratados sobre temas de importância haláchica, e tinha começado a registrar os ensinamentos talmúdicos e chassídicos de seu avô, suplementando-os com seus próprios comentários e explicações.

Ainda na adolescência, foi designado por Rabi Shneur Zalman para engajar-se na pesquisa necessária e resposta às numerosas dúvidas haláchicas que chegavam sem parar dos eruditos da Rússia e restante da Europa.

Quando Rabi Menachem Mendel tinha apenas dezoito anos, o manuscrito de seu famoso discurso chassídico, “Raízes do Preceito da Prece” (Shoresh Mitzvat HaTefilá), o qual ele tentava esconder, foi descoberto pelo seu avô. Rabi Shneur Zalman ficou tão encantado com seu achado que a partir de então reservou mais tempo para estudarem juntos.

Rabi Menachem Mendel contava apenas vinte anos quando foi designado para cuidar da maior parte das atividades comunitárias de Rabi Shneur Zalman.

 
Tornando-se Rebe

Após o falecimento de Rabi Shneur Zalman em 1813, seu filho Rabi DovBer (tio e sogro de Rabi Menachem Mendel, o Tsêmac Tsêdec) foi apontado como sucessor. Nesta época Rabi Menachem Mendel deu início a um período de catorze anos de retiro, durante o qual devotou ao estudo e à prece. Emergiu para desempenhar seu papel na vida pública em 1826, quando Rabi DovBer foi acusado de atividades subversivas. Sua primeira providência foi organizar um comitê em defesa de Rabi DovBer.

Quando Rabi DovBer faleceu em 1827, os chassidim convidaram Rabi Menachem Mendel a aceitar a liderança do Movimento Chabad-Lubavitch. Durante muitos meses ele rejeitou a enorme responsabilidade deste cargo, mas finalmente, atendeu ao pedido de maneira relutante.

Rabi Menachem Mendel era um escritor prolífico. Suas obras contêm uma síntese excepcional dos aspectos “esotérico” e “exotérico” da Torá – as idéias talmúdicas, midráshicas, cabalistas e chassídicas estão lucidamente entremeadas. Ele certamente teria preferido continuar com seus escritos, editar as obras de seu avô e de seu sogro, e liderar as dezenas de milhares de chassidim que tinham se alistado nas fileiras de Lubavitch. Porém esta época tinha sua própria cota de problemas que os judeus tinham de enfrentar.

Os judeus da Rússia eram barrados da maioria das ocupações e oportunidades de negócios, e a pobreza entre eles era avassaladora. Profundamente interessado na situação econômica do povo judeu, Rabi Menachem Mendel aconselhava os chassidim a se engajarem na agricultura sempre que possível, e dava ajuda financeira àqueles que seguiam seu conselho. 

Naquela época era política do governo russo dificultar o assentamento dos judeus nas aldeias, portanto Rabi Menachem Mendel comprou uma vasta extensão de terra perto de Minsk e ali assentou numerosas famílias. Em 1844, adquiriu do Príncipe Shzedrinov outra grande área com florestas adjacentes na Província de Minsk, e ali estabeleceu o assentamento de Shzedrin. Foi organizado um conselho para gerir seus negócios.

A fundação de Shzedrin causou uma profunda impressão, tanto em judeus quanto em não-judeus. Num relatório oficial feito por um funcionário da Província de Minsk ao Ministro do Interior, citaram o Rabino Schneersohn da cidade de Lubavitch com respeito e elogios. O relatório mencionava que ele tinha comprado uma grande área e ali estabelecido um assentamento para judeus, dessa maneira elevando suas condições de vida e melhorando sua situação. Falava também da grande influência exercida pelo Rabino de Lubavitch sobre todos os judeus que viviam dentro “dos limites do assentamento [judaico]” do Império Russo e da maneira pela qual ele tentava continuamente melhorar suas condições materiais.

Os cantonistas

Em 1827, o infame Czar Nicolau I instituiu o decreto “Cantonista”, que introduzia o alistamento de crianças para treinamento e serviço militar. Originalmente aplicado a criança a partir dos doze anos. As comunidades judaicas tinham de suprir uma cota de dez crianças em cada mil (os não-judeus tinham uma cota menor e com isenções mais liberais).

As crianças eram enviadas aos funcionários do governo e distribuídas entre os camponeses, ou então colocadas em escolas especiais até completarem dezoito anos. Eram então removidas para acampamentos do serviço militar durante 25 anos. Isso significava que as crianças eram arrancadas de casa e do cheder durante a maior parte de suas vidas, e sujeitas a um tratamento calculado para afastá-las de seu próprio povo.

Nenhum pai cederia um filho para um esquema tão cruel, mas a comunidade era obrigada a preencher sua cota. Isso fez surgir um personagem desprezível, o “apanhador”, cujo trabalho era agarrar ou raptar as crianças e entregá-las aos funcionários públicos. Cenas de partir o coração, com crianças sendo arrancadas dos braços da mãe, tornaram-se comuns. O fardo da tragédia se abateu com maior intensidade sobre os judeus mais pobres, que não podiam subornar os “apanhadores” para comprar a liberdade dos filhos.

Rabi Menachem Mendel atacou o problema sem se preocupar com os perigos envolvidos. Era preciso salvar o maior número possível das crianças que já estavam alistadas. Com isso em mente, o Rebe organizou um conselho especial com os três seguintes objetivos:
Primeiro, estudar a situação das comunidades judaicas, visando a ajudá-las a diminuir o número de crianças que teriam de fornecer.

Segundo, engajar-se na libertação daqueles que já tinham sido capturados. Para isso formou-se uma sociedade clandestina conhecida como Techiat Hameitim (“Ressuscitadores de mortos”). O método empregado era pagar um resgate para cada criança aos funcionários envolvidos. Eles devolviam a criança, e ao mesmo tempo relatavam às autoridades que a criança em questão tinha morrido durante a viagem. Eles também informavam oficialmente a morte da criança à comunidade envolvida. Estes “atestados de óbito” levavam grande alegria aos pais. Obviamente, as crianças “mortas” tinham de ser escondidas por muito tempo (daí o nome Sociedade Techiat Hameitim). As crianças eram enviadas aos cheders ou escolas Talmud Torá distantes de suas cidades de origem.

Terceiro, enviar pessoas confiáveis aos locais onde as crianças cantonistas estavam abrigadas para encorajá-las e insistir com elas para que permanecessem fiéis à sua religião e ao seu povo.

Além da enorme despesa que isso tudo acarretava, este trabalho era muito perigoso, pois representava um ato de traição. Mesmo assim este programa clandestino foi realizado com sucesso e jamais foi traído.

Atenção e dedicação 

Ao mesmo tempo, Rabi Menachem Mendel concentrava seus esforços no apoio dado aos centros agrícolas nos distritos de Vitebsk e Minsk. Ele enviou Rabi Hillel de Paritch, um dos principais chassidim, aos assentamentos no distrito de Kherson, onde ele passava vários meses todos os verões. Além de instruir os judeus dali no estudo de Torá e a temer a D’us segundo os ensinamentos chassídicos, ele os inspirava a elevarem o nível de amor fraterno, ajuda mútua e conduta moral elevada.

Durante os doze anos de 1827 a 1839, Rabi Menachem Mendel concentrou seus esforços em atividades comunitárias no campo da ajuda material; a proteção de meninos judeus contra os raptores e sua manutenção em segurança, além de ajuda espiritual para os cantonistas.

Rabi Menachem Mendel devotava atenção especial às exigências do alistamento de judeus no Exército Russo. Ele cuidava para que houvesse representantes especiais em todos os lugares onde os soldados estavam estabelecidos, com o objetivo específico de cuidarem da conduta moral dos soldados. Estes representantes deveriam encorajar os soldados e fortalecê-los para impedir que caíssem nas armadilhas da conversão ao Cristianismo, preparadas para eles pelos insistentes missionários.

Rabi Menachem Mendel trabalhava também para o sustento de eruditos de Torá necessitados, que estudavam nas yeshivot e em centros de estudos avançados.
Durante todos estes anos, ele desempenhou sua obra sem qualquer interferência dos oponentes do Chassidismo, seja os grupos religiosos (“Mitnagdim”), ou os assim chamados grupos “esclarecidos” na Rússia (“Maskilim”). Também durante este período, não houve conflito entre os chassidim e os mitnagdim. Nas freqüentes visitas de Rabi Menachem Mendel às comunidades chassídicas em Minsk e Vilna, os mitnagdim sempre lhe concediam grandes honrarias e compareciam aos seus discursos chassídicos e talmúdicos.

O magnetismo pessoal de Rabi Menachem Mendel atraiu dezenas de milhares de chassidim de todas as partes da Europa e Rússia, e seus trinta e oito anos como líder do movimento foram um período colorido e progressista para Chabad. Seus esforços, como aqueles de seus predecessores, serviram como inspiração àqueles que o sucederiam.

A Conferência de Petersburgo

Em 1843, o governo russo anunciou que seria promovida uma conferência em Petersburgo para decidir importantes problemas religiosos. Era intenção do governo, sob instigação dos maskilim, utilizar a conferência como um meio de introduzir no sistema escolar algumas inovações que iriam interferir com os procedimentos tradicionais na educação e prece judaicas.

Uma Comissão Rabínica, composta por líderes dos chassidim e mitnagdim, reuniu-se para planejar como melhor combater a ameaça representada pela conferência. Rabi Menachem Mendel foi designado para a comissão.

O primeiro encontro entre Rabi Menachem Mendel e Rabi Yitschac de Volozhin, o líder dos mitnagdim, causou uma impressão favorável em ambos. Observadores declararam que o encontro provou aos mitnagdim que os chassidim eram eruditos de Torá, e convenceu os chassidim de que os mitnagdim eram piedosos. Esta aproximação e cooperação comunitária teve efeitos salutares no relacionamento entre chassidim e mitnagdim. Os antagonistas se reuniram e começaram a trabalhar juntos pela causa comum do Judaísmo tradicional.

Na primeira conferência do governo, em 1843, Rabi Menachem Mendel expressou sua opinião de que o propósito do encontro poderia apenas encorajar a observância religiosa entre os judeus e reiterou que não se pode interferir com o costume judaico, pois “os costumes também são considerados Torá”. Apesar das ameaças feitas pelo diretor da conferência, um Ministro do Governo, e de ter sido colocado em prisão domiciliar em diversas ocasiões durante os quatro meses de duração da conferência, Rabi Menachem Mendel demonstrou inabalável determinação, opondo-se a qualquer proposta de mudança dos costumes judaicos.

“Não fomos convocados para legislar” – disse ele. “Estamos aqui para esclarecer estatutos previamente decididos nas leis Judaicas. Estamos aqui para esclarecer também os costumes de Israel, para proteger tanto os mandamentos de D’us quanto os costumes judaicos de serem modificados.”

A conferência terminou sem a adoção de qualquer uma das mudanças propostas pelos maskilim. A firmeza e o altruísmo de Rabi Menachem Mendel impressionaram todos os participantes, e elevaram ainda mais seu conceito.

A concessão de documentos de “cidadania honorária” assinados pelo Czar Nicolau foi uma das homenagens prestadas a Rabi Menachem Mendel em 1844, em reconhecimento à sua obra valiosa na Conferência de Petersburgo no ano anterior. 

Esta grande honraria concedida a Rabi Menachem Mendel pelo governo causou uma profunda impressão nos judeus de todo o Império Russo. Sempre que surgia um problema importante nas comunidades judaicas na Rússia Branca, Rabi Menachem Mendel era consultado e solicitado a negociar com o governo. As atividades comunitárias empreendidas por Rabi Menachem Mendel expandiram-se para áreas ainda mais amplas.

Ele fez todos os esforços para melhorar as condições econômicas dos Judeus nas “Colônias Judaicas”. De todos os habitantes da Rússia, somente os judeus eram discriminados quanto ao local em que poderiam viver. Eles tinham permissão de se estabelecerem apenas em determinados distritos, formando um cinturão ou “colônia”. Até mesmo ali, estavam restritos às áreas urbanas e mantidos longe das áreas rurais.

Na conclusão da conferência rabínica, Rabi Menachem Mendel enviou um relatório ao Ministro do Interior sobre a situação econômica dos judeus dos assentamentos, e pediu ao governo que ampliasse a área. A reação do Ministro do Interior foi favorável, e, à sugestão de um dos seus assistentes, convidou Rabi Menachem Mendel, juntamente com dois intérpretes (Sr. Feitelson e Sr. Chaikin) para irem à capital a fim de desenvolver suas propostas. O Ministro recebeu Rabi Menachem Mendel cortesmente, assegurando a ele que suas propostas seriam submetidas na próxima sessão do gabinete.

Muitos dias depois, um dos assistentes do Ministro do Interior anunciou quem embora as propostas de Rabi Schneersohn a respeito dos problemas econômicos dos judeus na Província de Vitebsk, Mohilev e Minsk não tivessem sido aceitas totalmente, fora promulgado um decreto proibindo a expulsão dos judeus das aldeias e propriedades se eles já estivessem estabelecidos nesses locais. A situação precária de muitos judeus então foi legalizada, e a Colônia de fato ampliada.

Notícias da nova regulamentação conseguida por Rabi Menachem Mendel espalharam-se entre os judeus, e centenas de famílias judias aproveitaram a vantagem para se infiltrarem na nova área, encontrando maneiras de pré-datar sua mudança, a fim de satisfazer as exigências da lei.

Durante o verão de 1844, centenas de famílias se assentaram na área e ganharam um sustento razoável. Além disso, como resultado do êxodo das cidades, diminuiu o problema da superpopulação e concorrência.

Genealogia

O Rebe Menachem Mendel, o Tzemach Tzedek

5549 (1789): Nascimento do Tzemach Tzedek em Erev Rosh Hashaná
5562 (1802): Começa registrar casos do Talmud e Chassidut que ouviu de seu avô, o Alter Rebe, e suas próprias explicações sobre estes assuntos. 
5563 (1803): Seu casamento
5566 (1806) O Alter Rebe lhe confere, e a seu tio-avô R. Yehuda Leib, a responsabilidade de responder perguntas sobre a Lei da Torá.
5569 (1810): O Alter Rebe o encarrega, e a seu tio R. Moshe, (o filho do Alter Rebe) de envolvimentos em assuntos comunitários. 
5574-87 (1814-27): Isola-se e estuda Torá com extrema diligência. 
5588 (1828): Aceita o cargo de Rebe. Desde o início do período do recrutamento militar para judeus, o período dos "seqüestradores" (raptores de crianças para o exército) e os Cantonistas, 5587-5615 (1827-55), dedica-se totalmente e resgata milhares de jovens recrutas da apostasia e morte.
5597 (1837): Publica o Torá Or.
5598 (1838):Viaja através das províncias de Mogilev e Minsk para Vilna, retornando pela Província de Vitebsk.
5599 (1839): Adquire o lote de terra Schtzedrin do Príncipe Schetzedrinov na Província de Minsk, com floresta e terra arável, e lá estabelece a Colônia Schtzedrin (Shidrin), doando terra e implementos agrícolas para fazendeiros judeus assentados.
5600 (1840): É acusado pela comunidade K. de se opor aos procedimentos comunitários de entregar crianças judias ao recrutamento. Acusação de Mordechai Aaron, em nome do Maskilim de Vilna e Volhynia.
5601 (1841): É caluniado por dois "seqüestradores" de Barisov.
5602 (1842): Recebe a comenda "Cidadão de Honra", conferida pelo Czar.
5603 (1843): É requisitado a participar na Comissão Rabínica em Petersburgo. Por seu protesto contra o Maskilim de Vilna e Riga, sua exigência de que seja permitida a publicação de livros sagrados, e seu protesto contra a proibição da publicação de obras de Chassidut e Cabalá – é preso inúmeras vezes no decorrer da Comissão. Suas exigências são cumpridas.
5605 (1845): Recebe a comenda "Cidadão de Honra para a Posteridade".
5608 (1848): Publica Likutei Torá.
5614 (1854): Protesta contra a exigência do Ministro, conforme proposto por Lilienthal, de resumir o Sidur para crianças e instituir o Chumash resumido para crianças.
5616 (1856): Um incêndio destrói sua casa e cinco baús de manuscritos.
5621 (1861): Enviuvou a 8 de Tevêt.
5626 (1866): Falecimento na noite de quarta-feira, véspera de 13 de Nissan, e é sepultado em Lubavitch.

Seus filhos:

1 – K. K. Harav Hakadosh Harav Hachassid R. Baruch Shalom
2 – K. K. Admur harav Chaim Schneur Zalman
3 – K. K. Admur Harav Yehuda Leib
4 – K. K. Admur Harav Yisrael Noach
5 – K.K. Admur Harav Yosef Yitschac
6 – Harav hachassid R. Yaacov
7 – K’vod K’dushat Admur harav Shmuel.

Suas filhas:

1 – Rebetzin Rada Freida, casada com Harav Hachasid Rav Schneur
2 – Rebetzin D’vora Leah, casada com Harav Hagaon Harav Hachassid Rav Levi Yitschac

Os filhos de seus filhos:

1 – K. K. Harav Hachassid Rav Baruch Shalom. 

Filhos:
a – Harav Hagaon Rav Mordechai, Rabi de Vitebsk
b – Harav Hagaon Rav Levi Yitschac, Rabi de Podobranka. Seu filho foi Harav Hachassid Rav Baruch Schneur, e seu filho foi Harav Hagaon Harav Hachassid R. Levi Yitschac.

2 – K. K. Admur R. Yehuda Leib de Kopust. 

Filhos:
a – K. K. Admur Harav Shlomo Zalman de Kopust, autor de Magen Avot; seu filho – Harav Yehuda Leib.
b – K. K. Admur Harav Shalom Dovber de Retzitza, cujos filhos foram Harav hachassid etc. R. Zalman de Staradub, Harav Hachassid etc. R. Chaim de Romen, Harav Moshe e Harav Yehuda Leib.
c – K. K. Admur Harav Shmaryahu Noach de Babroisk, cujo filho foi Harav Hachassid etc. R. Menachem Mendel.

3 – K. K. Admur Harav Chaim Schneur Zalman de Liadi; 

Seus filhos foram: 
Harav Hachassid R. Shalom Shachna de Liadi, harav Hagaon R. Yehuda Leib de Homel-Siratin-Vitebsk, e Harav Baruch, um mercador em Smolensk.
Seu genro foi Harav Hakadosh Rav levi Yitschac de Siratin; foi autor de Siddur Maharid.

4 – K. K. Admur Harav Yisrael Noach de Niezhin. 
Seus filhos:
a – K. K. Harav hachassid R. Avraham.
b – Harav Hachassid R. Schneur Dovber.
c – Harav Hachassid Rav Moshe.
d – Harav Nachum.
e – Harav Yaacov.

5 – K. K. Admur Harav Yossef Yitschac de Avrutch.
Seus filhos:
a – Harav Hagaon Harav Hachassid Rav Schneur Zalman Mordechai de Zhitomir.
b – Harava hachassid Rav Aharon de Avrutch.
c – Harav Hatzadik Harav Hachassid Rav Nachun Dovber de Avrutch.

Suas filhas:
a – Rebetzin Sheina B’racha
b – Rebetzin Shterna Sara.

6 – Harav Hachassid Rav Yaacov de Orsha. Seu filho foi Harav Hachassid Rav Schneur.

 

Obras publicadas:

1) Derech Mitsvotecha (Sêfer Hamitsvot). 2) Derech Emuná (Sêfer HaChakirá). 3) Or HaTorá, 41 vol. (Bereshit — 7 vol., Shmot — 8 vol., Vaikrá — 4 vol., Bamidbar — 6 vol., Devarim — 7 vol., Nach — 3 vol., Tehilím (lahel Or) — l vol., Meguilat Ester — l vol., e Hossafot, Shir HaShirím — 3 vol., Or HaTorá — Maamarei Razal Veinyaním. Or Ha Torá — Tefilá. 4) Responsa, chidushim sobre a Mishná e Decisões Haláchicas Tsemach Tsedek — 8 vol. 5) Kitsurín VeHaarot LeSêfer HaTanya. 6) Biuréi HaZohar, 3 vol. 7) Sêfer HaLikuim — Tsemach Tsedek, 27 vol. 8) Kuntres Maamarím AI Maamarei Chazal, etc. 9) lgrot Kodesh.

 

Fonte:http://www.chabad.org.br

 

 
 
 

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